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- Súplica LIII (53)
- Súplica LIV (54)
- A Súplica dele (A.S.) na Glorificação
- Sua súplica (A.S.) na Glorificação a Deus, o Altíssimo
- Sua súplica pedindo as bênçãos para o profeta Adão (A.S.)
- Sua súplica (A.S.) durante a tribulação e quando ele pede o dispenso de Deus
- Sua súplica quando enfrente as coisas que provocam medo e advertência
- Sua súplica para pedir a Deus em ser humilde perante Ele
- A Súplica de Domingo
- A súplica da Segunda-feira
- A súplica da Terça-feira
- A súplica de Quarta-feira
- A súplica na Quinta-feira
- A súplica de Sexta-feira
- A súplica de Sábado
- 1a: A Confidencia dos contritos e arrependidos
- 2a: A Confidencia dos reclamantes
- 3a: A Confidencia dos tementes
- 4a: A confidencia dos esperançosos
- 5a: A confidencia dos desejosos
- 6a: A confidencia dos gratos
- 7a: A confidencia dos obedientes a Deus
- 8a: A confidencia dos apaixonados a Deus
- 9a: A confidencia dos amados por Deus
- 10a: A confidencia dos que buscam a intercessão de Deus
- 11a: A confidencia dos empobrecidos de Deus
- 12a: A confidencia dos conhecedores de Deus profundamente
- 13a: A confidencia dos invocadores de Deus
- 14a: A confidencia dos fortalecidos em Deus
- 15a: A confidencia dos desapegados
Súplica XXXVII (37)
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Súplica XXXVII (37)
Sua Súplica na confissão da incapacidade de alcançar o agradecimento.
01 – Ó Deus, certamente, ninguém pode alcançar o fim de Teu agrade- cimento sem adquirir de Tua beneficência e requerer de Ti outro agradeci- mento, e ninguém chega ao elevado grau de Tua obediência, ainda que se esforce bravamente, sem ser negligente a respeito do que Tu mereces por Tua virtude e favor.
Então, o mais agradecido de Teus servos é incapaz de agradecer-Te, e o mais devoto deles é negligente a respeito de obedecer-Te.
02 – Ninguém é digno ao ser perdoado por Ti pelo que ele merece, bem como também não é comprazido por Ti pelo que ele pratique, quem ficou perdoado é por Tua bondade e Tua graça, e quem ficou comprazido é por Tua virtude e Teu favor.
Tu dás uma abundante recompensa por uma obra escassa, aceitas e remuneras amplamente por um pouco de obediência, ao ponto que pare- cesse que o agradecimento de Teus servos – pelo qual fizeste obrigatória a remuneração e o agradecimento de suas recompensas – é um assunto cujo impedimento está sob o poder deles e não em Teu poder? e por isso os recompensaste amplamente; ou como se sua causa não estivesse em Teu poder e por isso os remuneraste pelo pouco que agradeceram?
Não é assim! Senão que pelo contrário, Tu, ó meu Deus, é o Soberano de seus assuntos antes que eles fossem possuidores de Tua devoção, e Tu lhes preparaste suas recompensas antes de iniciarem a Tua obediência.
Isto é assim porque Tua conduta é a bondade, Teu costume é a benfeitoria e Teu habito é o perdão.
03 – Pois, toda a humanidade reconhece que Tu não tratas injustamente a quem castigas, e ela atesta que foste Abundante Generoso com quem favoreceste em bem-estar.
Todos confessam contra si mesmo ao ser negligentes com aquilo do que Tu merece.
Se o demônio não lhes enganasse a respeito de obedecer-Te, ninguém Te desobedeceria, e se ele não enfeitasse a falsidade, configurando-a como verdade ante seus olhos, ninguém se descaminharia de Teu caminho.
04 – Então, Glorificado sejas! É claro e evidente a nobreza de Teu comportamento com quem tem Te obedece ou desobedece, recompensando ao obediente com o que Tu mesmo preparaste para ele, e concedendo ao desobediente um prazo em seu castigo, cuja execução está em Tuas mãos. A cada um deles concedeste algo que não merece e o favoreceste com algo maior do que podem atingir suas obras.
Se recompensásseis ao obediente pelo o que lhe encarregásseis, sem dúvida, perderia a Tua recompensa, e desapareceria dele a Tua graça.
Mas Tu! pela Tua generosidade o recompensas pelo curto e efêmero tempo (da vida terrena), com um longo e permanente tempo (da vida derradeira), e o recompensas pelo um objetivo próximo e (inacabado) perecível pelo outro destino eterno e constante.
05 – Ademais, não lhe cobraste a compensação pelo que consumiu de Teu sustento, que o fortalece em obedecer-Te.
Nem foste exigente com o uso dos recursos físicos que ele tem estabelecido como meios para chegar ao Teu perdão.
Se Tu tivesses comportado assim com ele, tudo o que tivesse obtido e o resultado de seus esforços desapareceriam frente as mais pequenas de Tuas graças e dádivas.
E em consequência, ele mesmo resultaria preso e cobrado perante Ti, pelas Suas graças. Por isso, quando seria digno de algo de Tua recompensa? Nunca! Nunca!
06 – Ó Meu Deus, este é o estado de quem Te obedece e o destino de quem se esforça em Tua devoção.
Quanto a quem desobedece Tua ordem e comete o que proibiste, Tu não Te apresses em Tua raiva para que ele substitua o estado da desobediência pelo o estado de Tua obediência. Na realidade, ele, no primeiro momento em que se propôs à desobedecer a Ti, fez-se merecedor de todos os castigos que preparaste para todos os desobedientes entre Tuas criaturas.
Em consequência, todo os castigos que lhe tenhas atrasado e quanto Te tenhas afastado dele de Teu tormento e Tua ira, é uma tolerância em relação a Teu direito, e a Tua complacência com menos do que Tu mereces.
Pois, quem é mais nobre do que Tu, ó meu Deus? E quem é mais desafortunado do que aquele que resulta indigno por Tua oposição?
Não, ninguém!
07 – Glorificado Sejas, Tu não mereces ser descrito, senão com a benfeitoria. E também Tu sejas Glorificado ao ser temido por algo, e apenas por Tua justiça.
Não se deve temer que Tu trates injustamente quem Te desobedeceu, nem que sejas negligente a respeito da recompensa a quem age para comprazer-Te.
08 – Então, abençoe a Mohammad e a sua família, e concede-me minha esperança, e aumenta para mim de Tua orientação, através da qual possa atingir o bom êxito em minha ação. Certamente, Tu és O Munifico Generoso.
